20/05/2009

Os Perigos que enfrentamos no Ministério

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Tomemos por base a Carta II Timoteo.

O apóstolo Paulo escreve da prisão esta última carta ao seu discípulo Timóteo consciente que o tempo de sua partida esta próximo (cap. 4,6 e 7), e lhe adverte solenemente sobre os sérios perigos que deve evitar nos ministérios especialmente nos dias futuros.

Vamos analisar esses perigos:

Perigo de Profissionalismo (cap. 1,4-8).

Que é o profissionalismo? É quando ele se torna um ministro sem lágrimas, sem fé e sem fogo. Ministro sem lágrimas lemos no capitulo 1,4) ”Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria”.

Na adoração, falta de quebrantamento do coração.

Na dor pelos perdidos

Na intercessão pela Igreja, pelo Grupo de Oração, etc.

Fé fingida.

A fé é um dom de Deus – é fruto do espírito, é um mistério, quando pecamos e não confessamos o Espírito se apaga em nós e ficamos com má consciência. Então,

Apaga-se a fé, ficamos com fé fingida (cap. 1,5) – perde-se a fé por não manter uma boa consciência.

Naufragamos na fé (I Tm 1,19)

Apostatamos (I Tm 4,1 e 2) – consciência cauterizada

Perigo de se perder o fogo evangelístico (cap. 1,6-8).

Paulo recomenda a Timóteo “reavivar” (fogo). Falta de paixão pelos perdidos, falta de amor e valores corretos que são diferentes de covardia.

Perigo – Falta de lealdade (cap. 1,13 a 18).

Falta de fidelidade a Deus e de lealdade à palavra. (cap. 1, 13 -14 e I Tm 1,3 – 4; 4, 6 e 16; 6, 3 a 5; II Tm 2,2 a 4) – palavra: kerigma + didake

Falta de fidelidade e lealdade aos companheiros da obra (cap. 1,15 a 18) – alguns me abandonaram.

Perigo – Comodidade (cap. 2,1-3) – quase todos iniciamos bem, mas a busca por comodidade nos leva a terminar mal.

Diligência (v. um) – “esforça-te”

Eficiência (v. dois)

Sofrimento (v.três) – “soldado”

Concentração (v.quatro) – “não se envolve”

Disciplina (v. cinco) – “luta; atleta”.

Dedicação (v.seis) – “deve trabalhar – lavrador”

Paulo lutou até o fim – os perigos: comodidade, comer, passear, ter bastante dinheiro – burguesia.

Perigo – Falta de integridade (cap. 2,14 a 22)

Deus aprova sua conduta? (v. 15)

Tem coisas que você se envergonharia se seus irmãos soubessem?

Você se aparta da iniqüidade e vive uma vida santa ou pratica iniqüidade?

Tem caído em pecados sexuais? Tem mentido?

Você é correto no manejo do dinheiro?

Está em paz com seus irmãos? (v.22)

Ser usado por Deus não significa ser aprovado por ele (v. 20 e 21). Exemplos: Balaão, Saul, Jonas, Judas (Mt 7,21-23).

Perigo – Aparência de piedade (Cap 3,1-9)

Isso descreve a pessoas de aparência religiosa (v. cinco), cujas vidas são uma contradição com aquilo que professam, pois são:

- Egoístas, ciumentos, individualistas.

- Avarentos (amam ao dinheiro, comodistas)

- Jactanciosos, soberbos, arrogantes.

- Blasfemos usam palavrões, vulgares.

- Desobedientes, a Deus, às autoridades, aos mais velhos.

- Ingratos

- Sem afeto

- Implacáveis (duros, ditadores)

- Caluniadores (mentirosos)

- Sem temperança (cruéis)

- Traidores, inimigos do bem.

- Impetuosos

- Vaidosos

- Hedonistas, amigos dos prazeres.

- Lascivos

- Irreverentes

A SEGURANÇA EM TEMPOS DIFÍCEIS (3, 10; 4,8)

Seguir o exemplo de homens aprovados. Seguir sua doutrina, imitar sua conduta, propósito, fé, longanimidade, amor, paciência, perseguição, sofrimento.

Persistir em tudo o que aprendeu das sagradas escrituras, levando em conta que o objetivo delas é nos aperfeiçoar e nos capacitar para a obra (3, 4-17).

Pregar a Palavra em todo o tempo, repreender, exortar com toda a paciência e doutrina (4,1-4).

Fazer a obra da evangelização (4,5).




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