23/11/2007

Ministérios de Pregadores – Do Amor do Pai Missão do Filho

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1 – A criação e o Batismo são manifestações do Amor de Deus.

Começamos a refletir no amor de Deus manifestado na criação. Um amor que dá a vida, pois foi unicamente por nós (JER. 31,3), para conhecermos a alegria e viver em plenitude que Deus criou tudo e nos deu a vida.

Deus nos ama até mesmo antes de existirmos. Não nos ama pelas nossas qualidades; é o seu amor que cria tudo que somos e temos.

O amor divino preveniu os homens sem nenhum mérito por parte deles “Nisto consiste o amor: não fomos nós que primeiro amamos a Deus, mas foi ele quem primeiro nos amou ”
(1 Jo.4,10).

O amor proveniente de Deus cria a pessoa humana do nada e a torna capaz de amar.

No entanto, Deus é amor (1 Jo.) e cria o homem numa explosão de amor, não se contenta em apenas criar o homem; Ele quer amar mais e mais e cria o homem para que o mesmo entre como filho, com todos os direitos, na sua família.

E é tão verdade que somos filhos do Pai, segundo a graça santificante, que nos dá seu próprio Espírito, para nos deixar invadir, impregnar, transformar por Ele ( Gal.4, 6-7).

Deus se dá inteiramente a nós, está próximo de nós, habita em nossos corações, por Jesus Cristo.

2 – A última palavra de amor de Deus: a misericórdia.

O amor de Deus por nós é gratuito. Esta gratuidade diz sua última palavra através do perdão de Deus. O que nos testifica a gratuidade do amor divino e nos manifesta até onde ela pode ir é a fidelidade constante do amor de Deus por nós. Apesar de nosso pecado.

A nossa miséria não O impede de derramar sobre nós todo seu coração de Pai ( Lc. 11, 20-24).

O pecado do homem, mesmo o mais horrendo, não tem o poder de paralisar a ação amorosa de Deus sobre sua vida…

O amor de Deus, pelo homem assume um caráter particular, o da misericórdia, que se inclina sobre os miseráveis, para alivia-los, curá-los, enriquece-los. Deus, o próprio amor infinito, quer remediar a indigência do homem: a Sua bondade cura a malícia; a Sua sabedoria, a ignorância: a Sua pureza, a impureza; a Sua força a fragilidade; a Sua firmeza, a insegurança.

Em meio ao pecado do homem, que o afasta e o torna inimigo de Deus, o amor misericordioso do Senhor encontra ainda uma razão para continuar a ama-lo e disso se utiliza para leva-lo à conversão. Estando sempre disposto e pronto a abraçar o pecador, com afeto ainda maior, quando este se retrata do seu pecado. O amor infinito e incondicional de Deus não poderia nos amar menos em algum momento de nossa vida, mesmo nos momentos em que tivéssemos desmerecido.

A misericórdia de Deus pelos homens é incansável!

3 – A manifestação definitiva e concreta do amor de Deus pelos homens JESUS CRISTO

Este amor infinito e gratuito de Deus se manifesta de maneira definitiva e concreta através de Jesus Cristo
( Jo.3,16-17).

Deus dá uma prova suprema de amor, entregando Se próprio Filho `a morte para nos salvar. Deus que se dá !

Deus ama de tal forma os homens, que vem habitar no meio deles; através de Seu Filho amado, vem-se lhes dar inteiramente, vem permitir-lhes viver, com Jesus uma vida de filhos de Deus.

Deus que perdoa os homens através de Seu Filho único, que continua a nos amar e nos sorrir, até mesmo na hora em que O torturamos, O ridicularizamos e O pregamos na cruz. ‘como se Deus disse através de Jesus : “Nada me impedirá de ama-los” Jesus, concluindo a revelação começada na antiga lei, veio nos garantir a realidade do amor do Pai.

Jesus, com sua vida e ensinamento, completou a revelação da misericórdia infinita de Deus.

O amor de Deus atinge o homem através de Jesus Cristo. É Jesus quem derrama nos homens o amor do Pai, amando-os como mesmo amor que o Pai O ama: “Como o Pai me ama, assim também eu vos amo”( Jo.15,9)

4 – Jesus é enviado do pai para realizar a obra de salvação.

Para restabelecer a paz ou a comunhão com Ele e a fraterna comunidade entre os homens pecadores, Deus decretou também o Seu entrar na história humana de modo novo e definitivo.

Para isso enviou Seu Filho em nossa carne, a fim de por Ele livrar os homens do poder das trevas e de Satanás ( Col. 1, 13) e n’Ele reconciliar consigo o mundo.

Jesus é enviado, o apostolo do Pai, mediador entre Deus e os homens, encarregado de realizar a obra de salvação ( Jo. 6, 29), o Filho único do Pai, enviado para que todos os homens verdadeiramente recebessem a vida verdadeira em plenitude ( 1 Jo. 10, 45), chamado para afirmar os direitos de Deus sobre os homens, para restabelecer os homens na justiça e na santidade.

Nisto não cede! Nisto não se deixa abater, enquanto não houver estabelecido e proclamado a justiça e a verdade na terra até a morte que é o supremo ato de fortaleza para cumprir a obra que o Pai lhe confiou e nem pela morte será vencido!

Ao contrário, vencerá a morte para dar aos homens a vida. (cf. Is. 42,1-7)




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Um comentário para “Ministérios de Pregadores – Do Amor do Pai Missão do Filho”

  1. adriana kelly em 04 ago 2011 as 7:35 pm

    adorei essas palavras

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